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Entre ecologia e informática

· A influência de Teilhard de Chardin sobre o Vaticano II ·

Não pode deixar de surpreender alegremente a atenção reservada a um grande e controverso estudioso da matéria em busca do espírito, que foi o jesuíta francês Pierre Teilhard de Chardin (1881-1955), escreve Maurizio Gronchi especificando que – como evidenciam recentes artigos publicados na Revista «Studium» (número 3, Maio-Junho de 2014) e no número de 5-6 de Julho do diário

«La Croix» – a figura de Teilhard adquire hoje os contornos cada vez mais nítidos de um singular investigador de Deus no universo em movimento, que lhe mereceram críticas severas e aplausos entusiastas, desde os meados do século passado até ao presente.

O cinquentenário do Concílio Vaticano II foi a ocasião para uma redescoberta do valor do pensamento teilhardiano, com os seus estímulos a considerar o evolucionismo não só como teoria científica compatível com a fé cristã, mas também como modelo interpretativo de cariz antropológico e ecológico. A criação e a família humana, por obra de Deus, estão a caminho rumo ao seu cumprimento derradeiro, ao encontro com o Cristo vindouro, e o homem representa o ápice consciente e responsável do seu desenvolvimento no tempo da história. Hoje muitos dão relevo a esta renovada sensibilidade teológica, a começar pelo Papa Francisco, que enfrenta e dá impulso ao tema, já abordado pelo Papa Bento XVI, da tutela da criação.

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19 de Setembro de 2019

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