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Entre Babel e Pentecostes

· Segunda pregação de Advento ·

Babel ou Pentecostes. Não há alternativa. Qualquer iniciativa, também a mais espiritual, corre o risco de se tornar Babel se estiver marcada pelo próprio egoísmo e não perseguir a glória de Deus e o bem da Igreja, recordou pe. 

Raniero Cantalamessa na segunda pregação de Advento sobre o tema «Bem-aventurados os pacificadores porque serão chamados filhos de Deus», que teve lugar na manhã de sexta-feira, 12 de Dezembro, na capela Redemptoris Mater do Palácio apostólico, na presença do Papa Francisco.

Os construtores da torre de Babel, explicou o pregador da Casa Pontifícia, não eram ateus que «queriam desafiar o céu», mas homens piedosos e religiosos que «desejavam construir um daqueles templos com terraços sobrepostos, chamados zikkurat, dos quais ficaram ruínas na Mesopotâmia». Em que consiste o seu pecado? No facto de que «queriam construir um templo para a divindade, mas não para glória da divindade; para se tornarem famosos, para terem um nome, não para dar a conhecer a Deus». Neste sentido, Deus é «instrumentalizado, deve servir para a sua glória». Ao contrário, os apóstolos, no Pentecostes, «iniciam a construir uma cidade e uma torre, a cidade de Deus que é a Igreja, não para a sua fama, mas para Deus».

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17 de Setembro de 2019

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