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Encontro com os patriarcas e os arcebispos-mores

Colegialidade e primado

«Dar impulso e valorizar na Igreja o nexo que liga a colegialidade ao primado petrino»: foi o que pediu o Papa Francisco aos patriarcas e aos arcebispos-mores que participam de 9 a 12 de outubro na sessão plenária da Congregação para as Igrejas orientais no centenário do dicastério e no vigésimo quinto aniversário do Código dos cânones das Igrejas orientais.

Recebendo-os no início dos trabalhos, na manhã de 9 de outubro, o Pontífice renovou o gesto já feito em novembro de 2013, hospedando por um momento de escuta os pastores de comunidades como as da Síria e do Iraque, mas também da Ucrânia, da Índia e do Corno da África. «Sinto-me feliz por estar convosco – disse – para compartilhar alegrias e dores dos fiéis confiados aos vossos cuidados pastorais». De resto, acrescentou, «a solicitude por todas as Igrejas manifesta-se também através da comunhão hierárquica com o bispo de Roma, sucessor de São Pedro». Porque «precisamente o ser bispo de Roma é fundamento do ministério petrino, que é serviço de presidência à caridade e na caridade». E, concluiu, «entre as tarefas do sucessor de Pedro, encontra-se a de garantir bons bispos às Igrejas particulares espalhadas pelo mundo». Eis então o pedido «a vós e aos vossos sínodos para colaborar com este serviço tão importante, para indicar homens adequados para tal ministério». Depois destas palavras introdutivas o Papa, como acontece normalmente nas visitas «ad limina Apostolorum», deixou a palavra aos interlocutores, respondendo às perguntas que lhe foram dirigidas.

No Angelus de domingo 8 de outubro Francisco comentou a parábola dos vinhateiros homicidas narrada por Mateus (21, 33-43). Dirigindo-se aos fiéis presentes na praça de São Pedro, explicou que «a desilusão de Deus pelo comportamento malvado dos homens não é a última palavra». E consiste precisamente nisto, continuou, «a grande novidade do cristianismo: um Deus que, apesar de estar desiludido pelos nossos erros e pecados, não falta à sua palavra, não se detém e sobretudo não se vinga», mas « espera-nos para nos perdoar, nos abraçar», fazendo-o principalmente através «das “pedras descartadas”, das situações de fragilidade e de pecado», das quais Deus se serve para continuar «a pôr em circulação o “vinho novo” da sua vinha, isto é a misericórdia».

Encontro com os patriarcas e os arcebispos-mores que participam na plenária da Congregação para as Igrejas orientais 

Angelus do Papa 

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18 de Outubro de 2019

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