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Em oração pela paz

· O cardeal Tauran guia a vigília de prece da Igreja em Roma pelo Iraque e pela Síria ·

Um desarmamento efectivo e a valorização do direito internacional. E muito, muito amor pelo próximo. É o caminho para a conquista da paz no mundo indicada pelo cardeal Jean-Louis Tauran, presidente do Pontifício conselho para o diálogo inter-religioso, no final da vigília de oração pelo Iraque e pela Síria realizada na noite de quarta-feira 2 de Julho, em Roma, na paróquia dos Santos doze apóstolos.

O purpurado foi convidado a presidir à oração da comunidade da diocese do Papa, pelo bispo auxiliar D. Matteo Zuppi. «Esta noite – disse o cardeal Tauran propondo a sua reflexão – o coração e a mente estão concentrados no drama vivido pelos irmãos e as irmãs da Síria e do Iraque», não obstante o drama da guerra esteja sempre à espreita em diversos países do mundo. Mas é precisamente neste tempo «em que a violência armada termina no terrorismo, tornando a nossa terra um mundo frágil, que duvida do seu futuro, nós cristãos – disse o purpurado – temos uma missão, que Jesus confiou à sua Igreja depois da sua ressurreição: ser artífices de paz, lá onde vivemos. Somos todos homens e mulheres, meio bons e maus, e portanto a guerra aninha-seno nosso coração através de três atitudes: o medo da diferença; a suspeita e a inveja; a sede da posse».

Por conseguinte, quando «rezamos pela paz devemos começar sempre instaurando a paz em nós mesmos com a conversão pessoal» e recordar que «não há paz sem verdade, sem liberdade, sem justiça, sem solidariedade».

O que os cristãos podem fazer concretamente? Entretanto, podem procurar elaborar e promover «uma pedagogia da paz, que consiste – explicou o cardeal Tauran – em promover o respeito pela pessoa, na tutela da família, célula fundamental da sociedade, em caminhar com a justiça, aceitar o pluralismo, não como uma ameaça, mas como uma riqueza, e enfim, colaborar com todos aqueles que rejeitam recorrer à guerra como meio de resolução dos conflitos».

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20 de Outubro de 2019

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