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Em acção pela paz

· O cardeal secretário de Estado confronta o pontificado de Francisco com o de Roncalli e Wojtyła ·

As situações de pobreza e de marginalização constituem focos de instabilidade

«Os Papas dos últimos cento e cinquenta anos nunca insistiram tanto sobre um tema como no da paz, dedicando -lhe uma série inúmera de encíclicas, documentos, mensagens, discursos. 

Cada um o fez em determinadas circunstâncias históricas e segundo a própria sensibilidade, mas perseguindo um anseio perene e irreprimível do coração humano. De resto a humanidade nunca tinha conhecido uma tal sequência de guerras, conflitos, carnificinas, massacres, deportações de massa, genocídios, atentados terroristas, como nos decénios passados». Diz o cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado, numa entrevista publicada no livro I Papi della pace. L'eredità dei santi Roncalli e Wojtyła per Papa Francesco de Nina Fabrizio e Fausto Gasparroni (Milão, Bur, 2014, 14 euros, páginas 250). O volume, que percorre a vida e a obra do «sacerdote bom e humilde, com uma grande santidade», João XXIII, e do «grande missionário», João Paulo II, é lido pelo purpurado com o olhar dirigido à acção do Papa Francisco que, afirma o secretário de Estado, «agirá com a palavra, intervindo todas as vezes que a paz estiver ameaçada, sem se preocupar do risco de ser instrumentalizado, e sobretudo indicando as causas da violência e das guerras. Fá-lo-á testemunhando o amor à paz com a sua eventual presença, talvez improvisada, nos lugares dos conflitos. O Papa Francisco seguirá a sua sensibilidade e encontrará também neste campo os gestos mais eficazes e talvez surpreendentes (para não dizer «inquietantes» aos olhos de alguns, que prefeririam o «sempre se fez assim»), para fazer sentir a sua presença e a sua solicitude pela paz».

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18 de Setembro de 2019

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