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Elogio do bom trabalho

· O cardeal Turkson na Eslováquia ·

Os mass media prestam muita atenção aos gestos do Papa Francisco, que abraça pobres, doentes, desfigurados e desabrigados. Dedicam menos espaço à sua convicção de que o crescimento do número de excluídos, marginalizados e esquecidos está estreitamente ligado às consequências desastrosas de uma economia e de um mundo de negócios cada vez mais desvinculados da ética, frisou o cardeal Peter Kodwo Appiah Turkson, presidente do Pontifício Conselho «Justiça e Paz», intervindo a 1 de Dezembro em Bratislava num encontro para a publicação em eslovaco do vade-mécum «A vocação do empresário», editado pelo mesmo dicastério.

Citando a Exortação apostólica Evangelii gaudium, o purpurado explicou que segundo o Papa Bergoglio «a dignidade de cada pessoa e o bem comum», em vez de «estruturar a política económica», às vezes «parecem apêndices acrescentadas de fora». Por isso, «incomoda falar de ética, de solidariedade, de distribuição dos bens, de defesa do trabalho, de dignidade dos mais frágeis, de um Deus que exige um compromisso pela justiça». Contudo, acrescentou, «a vocação do empresário é um trabalho nobre», contanto que ele se decida a «servir verdadeiramente o bem comum, com o seu esforço de multiplicar e tornar os bens deste mundo mais acessíveis a todos». 

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23 de Outubro de 2019

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