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Ecumenismo e filosofia do encontro

· No diálogo com as Igrejas ortodoxas orientais ·

Nos meses passados, vimos as imagens de sírios que fugiam do próprio país para procurar refúgio no Líbano, na Jordânia e no Iraque. A situação destes refugiados leva-nos a pensar nos cristãos que vivem no Médio Oriente, num território que vai dos vales do Tigre e do Eufrates até às margens do Nilo. Esta realidade dolorosa recorda-nos que Cristo ainda hoje é sofredor e pobre. Ele ainda tem fome, sede e frio. O Papa Francisco muitas vezes manifestou a sua preocupação pela situação daqueles cristãos que sofrem as consequências de tensões e de conflitos em muitas regiões do Médio Oriente. O Santo Padre exortou-nos a jejuar e a rezar pela paz na Síria e noutros países dilacerados pela guerra. A caridade eclesial deseja a solidariedade e a paz, quer nutrir o Cristo faminto, dar de beber ao Cristo sedento, vestir o Cristo nu, visitar o Cristo doente e acolher o Cristo exilado.

O Pontifício Conselho para a promoção da unidade dos cristão (Pcpuc) mantém contactos frequentes com as Igrejas às quais estes cristãos pertencem.

Os encontros ecuménicos e a troca de visitas recordam-nos que o diálogo não pode ser separado da vida das Igrejas. O diálogo da verdade e o diálogo da caridade estão estreitamente unidos. Uma visita ecuménica leva a uma melhor compreensão recíproca e esta, por sua vez, é necessária para fazer com que o diálogo teológico progrida e criar pontes de confiança e amizade mútuas.

Gabriel Quicke

Pontifício Conselho para a promoção da unidade dos cristãos

Edição em papel

 

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23 de Outubro de 2019

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