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É preciso investir na vida e na família

· No Angelus o Papa faz votos por uma Europa na qual cada ser humano seja tutelado na sua dignidade ·

E convida os consagrados a reconhecer a sabedoria da fragilidade na sociedade da eficiência

«Investir na vida e na família, também como resposta eficaz à crise actual». Bento XVI relançou o apelo dos bispos italianos por ocasião do Dia pela vida, celebrado no domingo 3 de Fevereiro. Ao saudar os membros do Movimento pela vida e os representantes das faculdades de medicina e cirurgia das universidades de Roma que participaram no Angelus na praça de São Pedro, o Pontífice fez votos em particular para que a «Europa seja sempre um lugar onde cada ser humano seja tutelado na sua dignidade».

Precedentemente, ao recordar o episódio evangélico de Jesus que toma a palavra na sinagoga de Nazaré, o Papa disse que o «verdadeiro profeta não obedece a outros mas só a Deus e põe-se ao serviço da verdade, pronto a pagar pessoalmente». E «é verdade – esclareceu – que Jesus é o profeta do amor, mas o amor tem a sua verdade. Aliás, amor e verdade são dois nomes da mesma realidade, dois nomes de Deus»,  como indica explicitamente o hino à caridade contido na primeira Carta de São Paulo aos Coríntios. «Crer em Deus significa renunciar aos próprios preconceitos e acolher a face concreta com a qual Ele se revelou: o homem Jesus de Nazaré» explicou Bento XVI, acrescentando: «E esta via leva também a reconhecê-lo e a servi-lo nos outros».

Uma missão que o Pontífice indicou também aos numerosos religiosos e religiosas que participaram na celebração eucarística presidida na basílica Vaticana na tarde de  sábado 2 de Fevereiro, festa a Apresentação do Senhor, décimo sétimo Dia mundial da vida consagrada. «Exorto-vos a fazer memória do “primeiro amor” com o qual o Senhor Jesus Cristo aqueceu o nosso coração», disse-lhes. Por isso, «é preciso estar com Ele, no silêncio da adoração; e assim despertar a vontade e a alegria de partilhar a sua vida, as escolhas, a obediência de fé, a bem-aventurança dos pobres, a radicalidade do amor». Precisamente «partindo sempre de novo deste encontro de amor – realçou – deixais todas as coisas para estardes com Ele e como Ele a serviço de Deus e dos irmãos». Com uma fé, acrescentou, «que saiba reconhecer a sabedoria da fragilidade», numa sociedade que vive «da eficiência e do sucesso». Também para responder «aos profetas de desventura que proclamam o fim ou a insensatez da vida  consagrada na Igreja dos nossos dias».

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23 de Agosto de 2019

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