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É necessária a família
para testemunhar a fé na África

· Da Amecea a exortação a tutelar a instituição básica da sociedade ·

«Na nossa região a ameaça à família é hoje mais real do que nunca. A crise do matrimónio e da família aumentou por causa do individualismo na sociedade contemporânea, do colapso dos valores morais, dos ataques à unidade familiar, da pobreza e do desemprego. Como Igreja regional faremos o possível para proteger a família, Igreja doméstica, de todos estes perigos». Lê-se no comunicado final divulgado na conclusão da assembleia plenária da Association of Member Episcopal Conferences in Eastern Africa (Amecea), realizada há poucos dias em Lilongwe, capital do Malawi. Os bispos comprometem-se na cura pastoral dos núcleos familiares desagregados, condenando todas as formas de violência doméstica e reafirmam que a instituição do matrimónio é «união indissolúvel de amor entre um homem e uma mulher aberta à procriação», explicando que as uniões entre as pessoas do mesmo sexo e outros comportamentos desviantes «vão contra a natureza humana e a lei natural».

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25 de Fevereiro de 2020

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