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Direito e diplomacia
para resolver os conflitos

· ​No sínodo o apelo à comunidade internacional diante da escalation de violência no Médio Oriente e África ·

«Na Síria, no Iraque, em Jerusalém e na Cisjordânia», assim como em várias «regiões do continente africano», o mundo assiste inerte a «uma escalation da violência que atinge civis inocentes e continua a alimentar uma crise humanitária de proporções enormes». Por isso, o Papa Francisco e o Sínodo dos bispos lançaram um «apelo urgente à comunidade internacional, a fim de que encontrem o modo de ajudar eficazmente as partes atingidas, a ampliar os seus horizontes para além dos interesses imediatos e a usar os instrumentos do direito internacional e da diplomacia para resolver os conflitos em curso». Na retomada pública dos trabalhos sinodais, na manhã de 9 de Outubro, o Pontífice tomou a palavra na sala para convidar os 266 presentes na quarta congregação geral «a dedicar a oração à intenção da reconciliação e da paz no Médio Oriente». Dolorosamente impressionado, o Pontífice disse que acompanha «com profunda preocupação o que está a acontecer» naquelas regiões do mundo em que «a guerra traz destruição e multiplica os sofrimentos das populações». E dado que «esperança e progresso» só podem derivar «de opções de paz», exortou a «uma oração intensa e confiante ao Senhor». Uma invocação, acrescentou, «que tenciona ser ao mesmo tempo expressão de proximidade» aos sete irmãos patriarcas e aos bispos presentes, provenientes daquelas regiões, «aos seus sacerdotes e fiéis, assim como àqueles que as habitam».

Precisamente um deles, o patriarca de Babilónia dos caldeus, Louis Raphaël I Sako, durante a oração da Hora tertia, proferiu a homilia, centrando-a sobre a necessidade de reconciliar amor e justiça. «Se o amor não supera a justiça, o Evangelho esvazia-se», disse, citando a trágica «experiência dos cristãos iraquianos que numa noite deixaram tudo para permanecer fiéis à sua fé».

Sucessivamente, foram apresentados na sala os relatórios dos treze círculos menores que nos dias precedentes, de 6 a 8 de Outubro, se tinham reunido para meditar sobre a primeira parte do Instrumentum laboris, à luz das contribuições derivadas das primeiras três congregações gerais.

Apelo do Papa  

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22 de Outubro de 2019

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