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Decisões corajosas a favor da paz

· O Papa preocupado com o agravar-se da violência entre israelenses e palestinianos ·

Aos fiéis recorda que fé e razão não se opõem e que acreditar é algo sensato

Chegou o momento de «adoptar decisões corajosas a favor da paz» e «pôr fim a um conflito» que tem repercussões negativas em toda a região do Médio Oriente «atormentada por demasiados conflitos e que necessita de reconciliação». É clara a exortação dirigida por Bento XVI às autoridades irsraelenses e palestinianas: é inútil continuar a pensar que as questões se resolvem com o ódio e a violência. É necessário ter a coragem de promover o diálogo animado por propósitos sinceros de alcançar uma conclusão definitiva, a fim de restituir um futuro de paz para os povos desta atormentada região do mundo. Mais um apelo – lançado esta manhã, quarta-feira 21 de Novembro, no momento de saudar os peregrinos italianos presentes na audiência geral – o Papa não deixou de chamar  a  atenção para a responsabilidade que, neste contexto, a comunidade internacional deve assumir-se e, portanto, encorajou «as iniciativas e os esforços de quantos estão a procurar obter uma trégua e promover o negociação». Aos fiéis o Pontífice pediu para rezar pelas vítimas e por quantos sofrem naquela terra martirizada.

Precedentemente, Bento XVI sugeriu aos fiéis algumas reflexões para acompanhar a celebração deste Ano da fé. Analisou um conceito que, muitas vezes, está presente no seu ensinamento magisterial, ou seja, a sensatez da fé. «Acreditar – repetiu – é sensato», porque «fé e razão não se contrastam, nem se combatem»; ao contrário, são as condições necessárias para compreender o sentido e a mensagem da revelação divina. O Papa parte de um certeza: o homem está no centro da criação «não para a explorar insensatamente, mas para a preservar». Também por esta razão é razoável acreditar que se a ciência permite que a fé compreenda o desígnio de Deus sobre o Universo é também verdade que a fé, por sua vez, permite que a ciência «se realize sempre para o bem e para a verdade do homem, permanecendo fiel a este desígnio». Eis porque «é decisivo que o homem se abra à fé e conheça Deus e o seu projecto de salvação em Jesus Cristo».

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23 de Setembro de 2019

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