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Da tolerância ao encontro

· Mensagem do Papa Francisco para o dia mundial do migrante e do refugiado ·

Para uma Igreja «sem fronteiras» e «mãe de Todos». Para este horizonte olha o Papa Francisco na mensagem para o próximo dia mundial do migrante e do refugiado, que se celebra no domingo 18 de Janeiro de 2015. «Ninguém deve ser considerado inútil, intruso ou descartável» afirma no documento – apresentado na terça-feira 23 de Setembro, na Sala de imprensa da Santa Sé – encorajando os cristãos a difundir «a cultura do acolhimento e da solidariedade» numa época como a actual, caracterizada por um movimento migratório de entidade e alcance sem precedentes.

Trata-se de uma realidade, constata o Pontífice, que com frequência suscita «desconfiança e hostilidade, inclusive nas comunidades eclesiais, mesmo antes de se conhecer as histórias de vida, de perseguição ou de miséria das pessoas envolvidas». Eis o apelo a superar «suspeitas e preconceitos» que se opõem de modo evidente «ao mandamento bíblico de acolher com respeito e solidariedade o estrangeiro necessitado».

Substancialmente, para Francisco é necessário passar da «simples tolerância» para «uma atitude que tem por base a cultura do encontro». Um compromisso que interpela todos, começando pelas entidades políticas estatais e internacionais, que o Papa exorta a uma «colaboração mais sistemática e efectiva». Em particular o Pontífice convida a uma «luta mais incisiva contra o tráfico vergonhoso e criminal de seres humanos, contra a violação dos direitos fundamentais, contra todas as formas de violência, opressão e redução à escravidão».

Nenhum país «pode enfrentar sozinho as dificuldades relacionadas com este fenómeno», afirma Francisco exortando a responder à globalização do movimento migratório com «a globalização da caridade e da cooperação, a fim de se humanizar as condições dos migrantes. Ao mesmo tempo, pede que se intensifiquem os esforços para criar as condições adequadas que garantam uma progressiva diminuição das razões que impelem populações inteiras a deixar a sua terra natal».

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20 de Agosto de 2019

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