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Da parte dos refugiados

· Na solenidade do Corpus Christi o Papa recordou o dia mundial do refugiado e rezou por Portugal atingido por um incêndio devastador ·

O encontro pessoal com quem foge de guerras e miséria «dissipa medos e ideologias deturpadas, e torna-se fator de crescimento em humanidade, capaz de dar espaço a sentimentos de abertura e à construção de pontes». Disse o Papa Francisco no Angelus de domingo, 18 de junho, solenidade do Corpo e Sangue de Cristo, falando do dia mundial do refugiado, proclamado pelas Nações Unidas para terça-feira dia 20 e dedicado este ano ao tema «Com os refugiados. Hoje mais que nunca devemos estar da parte dos refugiados».

Um encontro, explicou o Pontífice, que chama «a atenção concreta» para «mulheres, homens, crianças em fuga de conflitos, violências e perseguições», e que leva também à recordação de «quantos deles perderam a vida no mar ou em extenuantes viagens por terra». Porque «as suas histórias de dor e esperança – garantiu Francisco – podem tornar-se oportunidades de encontro fraterno e de verdadeiro conhecimento recíproco».

O Papa recordou também «o querido povo português», convidando a rezar pelas vítimas e feridos por causa do incêndio devastador que atingiu os bosques em volta de Pedrógão Grande».

Antes de concluir o Angelus o Pontífice exortou os fiéis a participar na missa do Corpus Christi programada para o fim da tarde no adro de São João de Latrão, à qual se seguiu a procissão eucarística até Santa Maria Maior. Durante a celebração Francisco ofereceu à assembleia uma reflexão sobre a Eucaristia como «sacramento da memória que nos recorda, de modo real e tangível, a história de amor de Deus por nós». Admoestando contra a pressa e a superficialidade nas quais estamos imergidos, o Papa frisou entre outras coisas que o Corpus Christi «nos recorda que na fragmentação da vida o Senhor vem ao nosso encontro com uma fragilidade amorosa, que é a Eucaristia. No Pão de vida o Senhor vem visitar-nos tornando-se alimento humilde que, com amor, cura a nossa memória doente de frenesim».

Angelus do Papa 

Homilia do Corpus Christi

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24 de Outubro de 2019

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