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Da hostilidade à integração

· O Papa denuncia as novas formas de escravidão das quais os ciganos são vítimas ·

A falta de integração e de promoção social faz com que os ciganos sejam hoje «entre os mais vulneráveis» às novas formas de exploração e de escravidão. Denunciou o Papa Francisco no discurso dirigido na manhã de quinta-feira, 5 de Junho, aos participantes no congresso promovido pelo Pontifício Conselho para a pastoral dos migrantes e itinerantes, recebidos na Sala Clementina.

«Com frequência os ciganos se encontram à margem da sociedade, e por vezes são vistos com hostilidade e suspeita» frisou o Papa acrescentando: «eu recordo-me muitas vezes, aqui em Roma, quando entravam no autocarro alguns ciganos, o condutor dizia: «Atentos ao porta-moedas»! Isto é desprezo. Talvez seja verdade, mas é desprezo».

Em seguida o Papa Francisco frisou a necessidade de intervenções por parte das instituições locais, nacionais e internacionais «para encontrar projectos e intervenções destinados ao melhoramento da qualidade da vida. Face às dificuldades e às necessidades dos irmãos, todos se devem sentir interpelados a pôr no centro das suas atenções a dignidade de cada pessoa humana. No que concerne à situação dos ciganos em todo o mundo, hoje é necessário como nunca elaborar novas abordagens no âmbito civil, cultural e social, assim como na estratégia pastoral da Igreja, para fazer face aos desafios que emergem de formas modernas de perseguição, opressão e, por vezes, também de escravidão».

O texto integral do discurso do Papa 

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19 de Novembro de 2019

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