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Cristo vive

· ​Publicada a exortação pós-sinodal sob forma de Carta aos jovens assinada pelo Papa Francisco em Loreto ·

«Uma carta que evoca algumas convicções da nossa fé e, ao mesmo tempo, encoraja a crescer na santidade e no compromisso pela nossa vocação»: o próprio Papa Francisco sintetizou assim o espírito da exortação apostólica Christus vivit, que reúne os frutos do Sínodo dos bispos realizado no Vaticano de 3 a 28 de outubro do ano passado sobre o tema «Os jovens, a fé e o discernimento vocacional».

Subdividido em nove capítulos, num total de 299 números, o documento – apresentado na manhã de terça-feira, 2 de abril, na Sala de imprensa da Santa Sé – destina-se às novas gerações do mundo mas dirige-se «contemporaneamente a todo o povo de Deus, aos pastores e aos fiéis». Porque, explicou o Pontífice, «ser jovem, mais que uma idade, é um estado do coração». E por conseguinte também «uma instituição antiga como a Igreja» pode «renovar o seu ardor espiritual e o seu vigor apostólico» na escola dos jovens, aprendendo deles – em particular do testemunho de santos como Sebastião, Francisco de Assis, Joana d'Arc, Andrew Phû Yên, Kateri Tekakwitha, Domingos Sávio, Teresa do Menino Jesus, Ceferino Namuncurá, Isidoro Bakanja, Pier Giorgio Frassati, Marcel Callo, Chiara Badano e Carlo Acutis – o segredo para «permanecer jovem».

O Papa Francisco começa por um cenário realista do atual universo juvenil, com as suas especificidades, os seus dramas, as suas aspirações, e por isso trata temáticas de urgente atualidade, como guerra, violência, exploração, sexualidade, novas tecnologias, migrações, abusos contra menores. Fazendo-o no entanto com o olhar positivo de quem vê o futuro com esperança, convidando os jovens a ter presente que «de todas as situações obscuras e dolorosas sobre as quais falamos há uma saída».

«Não deixes que te roubem a esperança e a alegria» exortou o Pontífice, que às novas gerações do planeta propõe uma tripla verdade: «Deus ama-te», «Cristo salva-te», «Ele vive». E portanto fez a proposta de «percursos de juventude» que alimentem a fé e o compromisso pelos outros a partir da redescoberta das próprias raízes. Um itinerário que para o Papa deve ser percorrido com o apoio de uma pastoral juvenil que seja sinodal, popular, missionária, de modo a ajudar os jovens a descobrir e amaduerecer a própria vocação através do discernimento. Na consciência de que «nada é fruto de um caos sem sentido, mas ao contrário tudo pode ser inserido num caminho de resposta ao Senhor, o qual tem um projeto admirável para nós».

Exortação Apostólica "Christus vivit"

Edição em papel

 

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Praça De São Pedro

18 de Agosto de 2019

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