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Cristãos sal da terra

· A Semana de oração no hemisfério sul ·

«Somos chamados a proclamar juntos a Palavra de Deus para testemunhar o amor, o respeito e o acolhimento»: com estas palavras D. Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília, abriu nos últimos dias a Semana de oração pela unidade dos cristãos na catedral da «Igreja episcopal anglicana do Brasil». O prelado, que é também presidente da Conferencia nacional dos bispos do Brasil, evidenciou os desafios que aguardam o caminho ecuménico no século XXI, em particular na construção de uma cultura do acolhimento que saiba ajudar a sociedade contemporânea a considerar os migrantes não como números, mas como homens e mulheres em busca de uma esperança para o amanhã.

No Brasil, como em muitos outros países do hemisfério sul, sobretudo na América Latina, a Semana de oração pela unidade dos cristãos celebra-se na semana que antecede o Pentecostes, segundo uma tradição ecuménica que deseja frisar a centralidade do modelo da unidade na diversidade assim como se manifestou precisamente no Pentecostes. Naturalmente a celebração da Semana de oração segue o tema «Chamados a proclamar os altos feitos do Senhor» (cf. 1 Pd 2, 9), escolhido pelo Pontifício conselho para a promoção da unidade dos cristãos e pelo Conselho ecuménico das Igrejas, e ilustrado por um subsídio que este ano foi preparado pelo Conselho das Igrejas cristãs da Letónia.

No Brasil — graças à obra do Conselho nacional das Igrejas cristãs, do qual faz parte também a Conferência episcopal — foram numerosas as iniciativas, inclusive este ano, prosseguindo uma tradição ecuménica chamada a confrontar-se não só com o acolhimento dos migrantes, mas sobretudo com uma presença, às vezes agressiva, de comunidades cristãs que ainda rejeitam o diálogo. Entre as propostas, particularmente significativo foi o programa promovido pelo Observatório das religiões da Universidade católica do Pernambuco em Recife, para favorecer a convivência entre cristianismo e religiões indígenas e denunciar todas as formas de intolerância religiosa. (riccardo burigana)

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9 de Dezembro de 2019

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