Nota

Este site utiliza cookies...
Os cookies são pequenos arquivos de texto que ajudam a melhorar a sua experiência de navegação no nosso site. Ao navegar em qualquer parte deste site você autoriza a utilização dos cookies. Poderá encontrar maiores informações sobre a policy dos cookies nas Condições de utilização.

Crises humanitárias dramáticas

· No Angelus na Solenidade da Trindade o Papa encorajou os trabalhos da cimeira mundial e pediu para rezar pelos católicos chinês que celebram Nossa Senhora de Sheshan ·

A Turquia, onde no dia 23 de maio teve início a primeira cimeira humanitária mundial, e a China, onde no dia seguinte os católicos celebram com particular devoção a memória da Bem-Aventurada Virgem Maria «Auxílio dos cristãos»: foram estas as duas coordenadas geográficas que caracterizaram no domingo 22 o Angelus do Papa Francisco na praça de São Pedro.

No final da oração mariana, depois de ter comentado as leituras da solenidade da Santíssima Trindade – frisando que «o horizonte trinitário» deve abranger toda a vida do cristão – o Pontífice como de costume dirigiu o pensamento ao contexto internacional, mencionando primeiro o encontro de Istambul «finalizado a refletir sobre as medidas a adotar para ir ao encontro das dramáticas situações humanitárias causadas por conflitos, problemáticas ambientais e extrema pobreza». A propósito Francisco pediu aos fiéis presentes para acompanhar «com a oração os participantes» no encontro na cidade turca «a fim de que se comprometam plenamente a realizar o objetivo humanitário principal: salvar a vida de todos os seres humanos, sem excluir ninguém, em particular os inocentes e os mais indefesos».

Depois de ter recordado que a Santa Sé participa nos trabalhos com uma delegação guiada pelo cardeal secretário de Estado, Pietro Parolin, o Papa dirigiu o pensamento ao Extremo Oriente a fim de pedir a Maria, particularmente venerada no santuário de Sheshan em Xangai «para doar aos seus filhos na China a capacidade de discernir em cada situação os sinais da presença amorosa de Deus, que sempre acolhe e perdoa». Eis os votos de que neste ano jubilar «os católicos chineses, juntamente com quantos seguem outras nobres tradições religiosas, possam tornar-se sinal concreto de caridade e reconciliação». Deste modo, foi a conclusão do Pontífice, «eles promoverão uma autêntica cultura do encontro e a harmonia da sociedade inteira, aquela harmonia que o espírito chinês tanto ama».

Edição em papel

 

AO VIVO

Praça De São Pedro

17 de Outubro de 2019

NOTÍCIAS RELACIONADAS