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​A crise não detém as mulheres na Itália

Mais tecnológicas, mais digitais, mais dispostas a colocar-se à prova: a crise não parou as mulheres: de 2010 a 2015, 35 mil novas empresas femininas entraram no mercado, 65 por cento do incremento total (53 mil). Uma dinâmica que triplica a masculina (3,1 por cento de taxa de crescimento contra 0,5 dos empresários homens), que levou à cota de 1 milhão e 312 mil o número de empresas chefiadas por mulheres e que dá trabalho a quase três milhões de pessoas. Os dados do relatório «Imprese InGenere», realizado pela Unioncamere (União das Câmaras de comércio) fotografa um mundo em transformação que, contudo, não consegue libertar-se das heranças de um sistema que penaliza as mães e confina o «Belpaese» nos últimos lugares da classificação da União Europeia relativamente à ocupação feminina. 

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24 de Agosto de 2019

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