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As crianças e os povos

A prece em aramaico, língua antiga actualmente falada nalgumas aldeias na Síria e no Iraque, para que «incrédulos e pecadores, iluminados pela luz da verdade, se unam ao Senhor em pensamentos e obras», nas orações da missa da noite de Natal em São Pedro, seguiu-se à recordação, em chinês, «pelos pobres e os últimos da terra» e, em francês, aos votos a fim de que «legisladores e governantes sirvam a dignidade de cada pessoa e a paz dos povos». As cinco intenções de oração relançaram imediatamente a essência da homilia de Francisco, com a exortação a deixar de lado «dúvida e indiferença» para «cultivar um forte sentido da justiça».

Exprimiram, inclusive com gestos, a mensagem do Papa quinze crianças que, juntamente com ele, prestaram homenagem à imagem do Menino Jesus posta no trono diante do altar da Confissão. Precisamente no início da celebração os pequeninos – de seis a onze anos – depuseram uma composição floral, depois que Francisco levantara o véu que cobria a imagem, beijando-a e incensando-a.

Seis das populações com as quais Francisco se encontrou durante o ano, nas suas viagens apostólicas, foram representadas pelas crianças. Eram Vincent do Quénia, Cynthia do Uganda, Ghinave da República Centro-Africana, Gian Andrhie e Ashly Elias das Filipinas, Oliver Nicol e Mariangela Dewmini do Sri Lanka, e Nicholas e Xavier dos Estados Unidos da América. E ofereceram flores ao Menino também três irmãozinhos – Jerónimo, Sebastian e Fátima – dando as boas-vindas ao Papa ao México. Faziam parte do colorido e vivaz grupo também a belga Pia Rosa e os italianos Samuel e Davide.

A missa teve início às 21h30 com o canto da Kalenda, que o Pontífice ouviu diante do altar da Confissão. Durante o canto do Glória as luzes da basílica acenderam-se e os sinos dobraram. Depois, os dons do ofertório foram apresentados ao Papa por algumas famílias, e os cantos executados pelo coro da Capela Sistina.

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19 de Outubro de 2019

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