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Controle de si e atenção ao próximo

· O jejum como instrumento e sinal recorrente em muitas tradições religiosas ·

«Há tempos – escreve o cardeal Gianfranco Ravasi – um bispo francês contou-me este episódio. Convidado para ir a uma escola durante uma série de apresentações das várias religiões, iniciou o seu pronunciamento com uma pergunta dirigida aos jovens: «O que é a Quaresma?». Ergueu-se um murmúrio entre os alunos na maioria franceses, mas com a presença de outras etnias. No fim um francês ganhou coragem e explicou: «É o Ramadão dos cristãos!». O episódio é emblemático de uma evolução sociocultural: o paradigma de referência, nesta Europa debilitada e sem memória, tornou-se externo e extrínseco, a comparação que decifra a realidade já não é autóctone mas alógena». A partir disto, Ravasi analisa o jejum, aspecto «que no passado era um componente significativo e faz parte de uma herança quase universal, independentemente das específicas confissões religiosas».

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26 de Fevereiro de 2020

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