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Contra o terrorismo só a condenação não é suficiente

· ​Para o patriarca de Babilónia dos Caldeus é necessário bloquear o fluxo dos recursos financeiros ·

«A condenação em si não é suficiente. É preciso começar a actuar os remédios, partindo do bloqueio dos recursos financeiros ao extremismo e ao terrorismo. 

E desmantelar esta cultura terrível, os seus teóricos e defensores, dando vida a uma nova cultura, aberta e positiva, que respeite as diversidades e visões diferentes». Frisou o patriarca de Babilónia dos Caldeus, Louis Raphaël I Sako, intervindo num simpósio organizado recentemente em Bagdad, no contexto da Semana da harmonia entre as religiões.

No seu pronunciamento, o patriarca de Babilónia dos Caldeus criticou duramente quantos exploram a religião para finalidades criminosas e terroristas: «Trata-se de acções violentas e devemos deixar de dizer que são em nome de Deus, porque Ele diz que não devemos matar nem roubar. As religiões – advertiu – são as verdadeiras vítimas, porque morrem cristãos, muçulmanos, sabeus, yazidis, árabes e curdos». Na opinião de Sako, chegou o momento de rejeitar a cultura da morte, pôr fim a conflitos e desacordos, tornar-se promotores de uma verdadeira reconciliação que «possa salvar o país e o seu povo» de assassinatos, migrações, saques de bens pessoais e destruição de infraestruturas.

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25 de Janeiro de 2020

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