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Contra o estupro como arma de guerra

Foram a actriz americana Angelina Jolie e o ministro britânico dos Negócios estrangeiros William Hague que inauguraram, no mês de Junho em Londres, o primeiro encontro internacional com o objectivo de impedir as violências sexuais contra as mulheres durante as guerras e o uso do estupro como arma de guerra. O encontro entra no âmbito da campanha que o Governo inglês conduz há tempos e que o próprio ministro Hague descreveu a «donne chiesa mondo» em Setembro de 2013. Portanto, pela primeira vez os representantes de mais de cem países – entre os quais o secretário de Estado americano John Kerry – e mais de novecentos especialistas militares e jurídicos, membros de organizações não governamentais e associações humanitárias, também exponentes religiosos, enfrentaram este dramático fenómeno. Os quatro dias foram a ocasião oficial no decurso da qual Hague e Jolie pediram que o documento com o plano para acabar com a impunidade dos estupros de guerra seja abertamente apoiado pelos Governos do mundo inteiro. Também o Papa Francisco exprimiu a sua solidariedade à iniciativa, com um tweet enviado aos followers na manhã da abertura dos trabalhos: «Rezamos por todas as vítimas de violências sexuais em situações de guerra e por quantos combatem este crime».

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19 de Agosto de 2019

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