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​Conto-vos o sínodo

· O bispo Semeraro escreve aos fiéis ·

Para continuar a caminhar juntos, bispo e povo, sem se deixar condicionar por leituras parciais dos meios de comunicação e para viver na realidade quotidiana o que o sínodo sobre a família ofereceu à Igreja. Com esta intenção o bispo de Albano, D. Marcello Semeraro – padre sinodal e membro da comissão especial encarregada de redigir o relatório final – publicou um fascículo no qual explica à sua comunidade, com clareza e simplicidade de termos, os frutos do debate que os bispos de todo o mundo realizaram no mês de Outubro passado na sua décima quarta assembleia ordinária. Uma passagem «confidencial», explica no texto, que leva da relatio finalis para uma «espécie de breve relatio pastoralis».

Na expectativa das decisões do Papa Francisco, à luz das indicações dos padres sinodais, D. Sememraro evidencia os pontos-chave do trabalho e do debate dos bispos. Sem omitir temas mais candentes e controvertidos – como, por exemplo, a pastoral dos divorciados recasados e do acesso aos sacramentos – o prelado procura entrar no cerne do documento final para encontrar nele as indicações para a vida dos fiéis. O bispo frisa que «entre os aspectos mais relevantes» está a passagem, perfeitamente em sintonia com as indicações do Vaticano II, «da moral da lei para a moral da pessoa». Uma passagem que se realiza através de uma dinâmica que leva do discernimento ao acompanhamento e à integração.

A doutrina relativa aos vários aspectos da vida familiar, explica D. Semeraro, é confirmada de maneira plenamente tradicional, mas a sua proposta ao povo de Deus sugere que ela seja regulada segundo os critérios da proximidade, da compreensão, do acolhimento, da misericórdia. Isto é, as pessoas nunca devem ser deixadas sozinhas, em qualquer situação que se encontrem.

Edição em papel

 

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17 de Setembro de 2019

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