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Conflito esquecido

· Durante a audiência geral o apelo a favor da Ucrânia e o convite a participar da coleta do próximo domingo ·

O conflito armado na Ucrânia «esquecido por muitos», mas também a tragédia nuclear de Chernobyl que há trinta anos atingiu o mesmo país e o tremor de terra que recentemente devastou o Equador: na audiência geral de quarta-feira 20 de abril o Papa Francisco falou sobre as situações dramáticas vividas por duas populações na Europa e na América Latina.

Para os ucranianos, em particular, o Pontífice anunciou uma coleta que terá lugar no domingo 24. «Agradeço desde já a quantos contribuírem generosamente» disse lançando a iniciativa que coincide com o trigésimo aniversário do desastre de Chernobyl. Por isso Francisco quis rezar pelas vítimas, exprimindo «reconhecimento aos socorristas» e a quantos «procuraram aliviar os sofrimentos e prejuízos» provocados pela explosão da central atómica. E o Papa elevou uma oração na sua língua natal na saudação aos fiéis da Espanha e da América Latina para exprimir «aos nossos irmãos» equatorianos «a nossa proximidade neste momento de dor» provocado pelas consequências de um sismo terrível.

Precedentemente, dando continuidade às reflexões sobre o tema do jubileu lidas à luz do evangelho, o Pontífice comentou o trecho de Lucas (7, 36-50) que narra a cena na casa de Simão, o fariseu, para evidenciar que as lágrimas da pecadora que se lança aos pés de Jesus lhe obtiveram o perdão.

Para o Papa na narração evangélica «sobressai o confronto entre os dois personagens»: enquanto o fariseu «julga os outros baseando-se nas aparências» e «não aceita que Jesus se deixe “contaminar” pelos pecadores», considerados quase como «leprosos», a mulher «com os seus gestos exprime com sinceridade o que há no seu coração» e «confia-se plenamente» a Jesus.

Portanto, por um lado há «a hipocrisia do doutor da lei», por outro «a sinceridade, a humildade e a fé da mulher». E entre os dois o Senhor «escolhe esta última»: «livre de preconceitos que impedem à misericórdia de se exprimir», ele «deixa que a mulher aja» e «que o toque sem medo de ser contaminado por ela».

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22 de Setembro de 2019

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