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Como orvalho sobre as feridas da Terra Santa

· ​O patriarca Twal em vista da canonização de duas religiosas palestinas ·

Como «orvalho celeste» que cai suavemente «na nossa terra sedenta de amor e de justiça e devastada pela violência». Assim, o patriarca de Jerusalém dos Latinos, Fouad Twal, compartilha a alegria pela canonização anunciada – no próximo 17 de Maio em Roma – da madre Maria Alfonsina (1847-1927) e da madre Mariam de Jesus Crucificado (1846-1878), religiosas da Terra Santa. A primeira é a fundadora da congregação das Irmãs do Rosário, ao passo que a segunda, monja carmelita, é fundadora do Carmelo de Belém. «As nossas duas santas são lâmpadas para os nossos passos. Com o seu amor e a sua fé iluminam as suas famílias religiosas e os fiéis da Terra Santa, do Médio Oriente e do mundo inteiro», escreve o prelado numa carta pastoral intitulada «Pelo caminho da santidade».

Para o patriarca, o reconhecimento oficial da santidade das duas religiosas palestinas é um sinal que dá novamente fé e esperança em Cristo. «O Senhor – escreve Twal – quer reconfortar os nossos países dilacerados pelos conflitos e pelas guerras e as nossas populações que sofrem constantemente injustiças. As nossas duas santas, através da sua vida exemplar, do silêncio eloquente e do recolhimento, da fidelidade não obstante o sofrimento e da abnegação heróica nos sacrifícios, nos oferecem uma lição magnífica». Com efeito, «as tribulações que devemos enfrentar encorajam-nos a tornarmo-nos santos a exemplo destas duas religiosas».

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15 de Setembro de 2019

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