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​Como leigos em política

· ​O cardeal Ouellet abre a plenária da Pontifícia Comissão para a América Latina ·

«O compromisso indispensável dos leigos na vida pública» dos países latino-americanos, foi o tema escolhido pessoalmente pelo Papa Francisco para a assembleia plenária da Pontifícia Comissão para a América Latina, iniciada a 1 de março no Vaticano.

No pronunciamento introdutivo, o cardeal Marc Ouellet evidenciou três aspectos relativos ao tema. Em primeiro lugar a importância de envolver os leigos no debate e na vida política dos Estados latino-americanos. Reconheceu que não cabe à Igreja «ordenar a sociedade segundo justiça por meio da política, mas sobretudo aos leigos católicos» chamados a agir «sob a própria liberdade e responsabilidade, guiados pelo património da doutrina social da Igreja».

Recordando a composição da assembleia plenária, o purpurado observou que os bispos sabem que não têm a vocação ao poder, cientes da necessidade de não confiar a salvação à política e de não se deixar enredar nas manipulações da política. Portanto, a sua missão nada tem a ver com o protagonismo ativo na prática política. Isto não significa, contudo, que devem desinteressar-se deste âmbito e não se comprometer na construção de uma convivência civil e social mais humana para todos.

Considerando a composição específica da assembleia, o cardeal informou que foram convidados excecionalmente três leigos católicos com diversas experiências e competências na vida pública, para que ofereçam o seu testemunho e participem no debate. Anunciou também que o Conselho episcopal latino-americano (Celam) e a Pontifícia Comissão tencionam convocar pela primeira vez um encontro latino-americano entre bispos e leigos católicos que tenham responsabilidades políticas em âmbito governamental, parlamentar ou administrativo nacional e local. Deste modo, as contribuições para o debate e as recomendações da assembleia terão uma continuidade quer a nível das várias nações quer a nível continental.

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14 de Novembro de 2019

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