Nota

Este site utiliza cookies...
Os cookies são pequenos arquivos de texto que ajudam a melhorar a sua experiência de navegação no nosso site. Ao navegar em qualquer parte deste site você autoriza a utilização dos cookies. Poderá encontrar maiores informações sobre a policy dos cookies nas Condições de utilização.

Com que óculos se lê o destino do homem

· A visita do Papa Wojtyła a Danzigue depois de vinte e cinco anos ·

No jornal de hoje publicamos amplos excertos da homilia que o cardeal secretário de Estado Tracisio Bertone pronuncia na tarde de 12 de Junho na catedral de Oliwa em Danzigue, no vigésimo quinto aniversário da visita de João Paulo II à cidade e no vigésimo aniversário da instituição da metropolia de Danzigue.

Bertone reevoca como há vinte e cinco anos João Paulo II recordou que a vida na terra se  torna mais humana quando se governa com  verdade, com liberdade, justiça e  amor.

Durante os encontros e as celebrações eucarísticas de João Paulo II, foram  pronunciadas palavras inesquecíveis dirigidas a todos os polacos, palavras ligadas de modo indissolúvel à história  desta nação. No desembarcadouro da praça Kosciuszko em Gdynia, a 11 de Junho de 1987, o peregrino da esperança recordou como «a palavra solidariedade foi pronunciada aqui,  em frente do mar polaco», «foi pronunciada de um modo novo, o que confirma ao mesmo tempo o seu conteúdo eterno (…) Em nome do futuro do homem e da humanidade é preciso pronunciar esta palavra solidariedade ». Hoje ela difunde-se como uma onda através do mundo, e diz-se que não podemos viver segundo o princípio «todos contra todos» mas só de acordo com outro princípio «todos com todos», «todos para todos».

Em Sopot, no memorável 5 de Junho de 1999, disse: «Hoje o mundo e a Polónia têm necessidade de homens com coração grande, que sirvam com humildade e amor, que bendigam e não amaldiçoem, que conquistem a terra com a bênção». Também hoje estas palavras permanecem actuais. João Paulo II naquela ocasião recordou o nascimento e o significado de Solidarnść, precisamente aqui em Danzigue. Com grande determinação afirmou que «este  evento pertence à herança nacional». E acrescentou palavras memoráveis: «Ouvira de vós então em Danzigue: “Não há liberdade sem solidariedade”. Hoje é preciso dizer: “Não há solidariedade sem amor”». Delineou assim o caminho de uma construção espiritual: «Somos chamados – disse – a construir o futuro baseado no amor a Deus e ao próximo, para edificar a “civilização do amor”». São palavras para todos e para cada época.

O discurso integral em língua italiana

Edição em papel

 

AO VIVO

Praça De São Pedro

19 de Novembro de 2019

NOTÍCIAS RELACIONADAS