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Com a paciência do diálogo

· No Regina caeli apelo do Pontífice pela paz na Ucrânia e na República Centro-Africana ·

E no Estádio Olímpico o encontro de festa com a Renovação no Espírito

Um novo «urgente apelo», para que sejam superadas as incompreensões e se procurem «o diálogo e a pacificação» na Ucrânia e em África foi lançado pelo Papa no domingo, 1 de Junho, durante o Regina caeli na praça de São Pedro. No encontro com os fiéis que, como sempre eram muito numerosos, o Pontífice confidenciou que reza com «ânimo entristecido» pelas «vítimas das tensões que ainda continuam nalgumas regiões da Ucrânia, assim como na República Centro-Africana», confiando o destino dos dois países a Maria rainha da paz.

Anteriormente, o Pontífice tinha falado do significado da ascensão do Senhor, recordando que «a última palavra de Jesus aos discípulos é o mandamento de partir. É um mandato claro, não é facultativo! A comunidade cristã é uma comunidade «de partida». E ainda: a Igreja nasceu «de saída». E isto é válido também para as comunidades de clausura ou para os idosos e os doentes, porque – explicou - «estão sempre “de saída” com a oração» e com «a união às chagas de Jesus».

Doentes e idosos foram – juntamente com os sacerdotes, os jovens, as famílias – os protagonistas do diálogo que o Pontífice improvisou à tarde com mais de cinquenta mil membros da Renovação no Espírito Santo, com os quais se encontrou no estádio Olímpico de Roma por ocasião da trigésima sétima convocação nacional. Além do discurso já preparado, de facto, Francisco respondeu improvisando às perguntas que lhe foram feitas pelos representantes de algumas categorias.

Aos participantes no encontro de festa, ritmado por cânticos, leituras e reflexões, o Papa recomendou em particular que estejam próximos dos pobres e dos necessitados «para tocar na sua carne a carne ferida de Jesus, e procurar antes de tudo a unidade, evitando «o perigo da excessiva organização» e o risco de «aprisionar» o Espírito Santo.

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Praça De São Pedro

24 de Agosto de 2019

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