Nota

Este site utiliza cookies...
Os cookies são pequenos arquivos de texto que ajudam a melhorar a sua experiência de navegação no nosso site. Ao navegar em qualquer parte deste site você autoriza a utilização dos cookies. Poderá encontrar maiores informações sobre a policy dos cookies nas Condições de utilização.

Cinco imperativos
para a unidade entre católicos e reformados

· Relações com a Federação luterana mundial e a Conferência da União de Utrecht ·

Em 2017, protestantes e católicos, depois de séculos de preconceitos e difamações recíprocas, pela primeira vez comemorarão juntos o início da Reforma ocorrida há quinhentos anos. Os séculos passados foram marcados por polémicas inflamadas: para os protestantes tratou-se de celebrar e justificar o próprio conceito de fé; para os católicos, de indicar que os protestantes se distanciaram da verdadeira Igreja. 

Em 2017, o contexto histórico no qual se inserirá a recordação da Reforma será muito diferente em relação ao passado: a comemoração realizar-se-á pela primeira vez numa época ecuménica. É um desafio tanto para o tipo de recordação como para o ecumenismo. Uma coisa é certa: católicos e luteranos não pretendem festejar a divisão da Igreja, mas desejam evocar o pensamento teológico e os eventos ligados à Reforma. Foi exactamente isto que estabeleceu o documento «Do conflito à comunhão», publicado no ano passado. Com este texto, hoje luteranos e católicos podem narrar juntos a história da Reforma luterana. Depois do concílio Vaticano II, a Igreja católica conseguiu abandonar esta atitude de dura demarcação e ler os conteúdos da fé católica de modo que já não vê a sua mensagem positiva como uma oposição polémica ao ensinamento protestante.

Matthias Türk
Pontifício Conselho para a promoção da unidade dos cristãos


Texto integral em italiano

Edição em papel

 

AO VIVO

Praça De São Pedro

16 de Outubro de 2019

NOTÍCIAS RELACIONADAS