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​Chega de ódio e violência

· No Regina caeli o apelo de paz do Pontífice depois dos atentados na Indonésia ·

Apelo do Papa para que se ponha fim às violências na Indonésia. Após os graves atentados que abalaram o país asiático, em particular os que atingiram as comunidades cristãs de Surabaya, o Pontífice expressou a sua proximidade à população durante o Regina caeli recitado ao meio-dia de domingo 13 de maio. «Elevo a minha prece por todas as vítimas e pelos seus parentes», disse, pedindo aos 45 mil fiéis presentes na praça de São Pedro para rezar «em silêncio» e exortando-os: «Juntos invoquemos o Deus da paz para que faça cessar estas ações violentas e, no coração de todos, não haja espaço para sentimentos de ódio e violência, mas de reconciliação e fraternidade».

Precedentemente, falando da festa litúrgica da Ascensão, Francisco recordou que ela abrange dois elementos: por um lado, «orienta o nosso olhar para o céu, onde Jesus glorificado está sentado à direita de Deus»; por outro, «recorda-nos o início da missão da Igreja». Com efeito, Jesus «envia os seus discípulos a difundir o Evangelho no mundo inteiro». Portanto, «a Ascensão exorta-nos a elevar o olhar para o céu, para depois o dirigir imediatamente para a terra, cumprindo as tarefas que o Senhor Ressuscitado nos confia.

Trata-se, observou o Papa, «de uma missão ilimitada — literalmente, sem confins — que supera as forças humanas». Mas «este desígnio de Deus só pode ser realizado com a força que o próprio Deus concede aos apóstolos». Neste sentido, «Jesus garante-lhes que a sua missão será apoiada pelo Espírito Santo». E precisamente graças a ele, «a missão confiada por Jesus aos apóstolos continuou ao longo dos séculos e continua ainda hoje» através da colaboração de cada batizado. «Cada um, em virtude do Batismo recebido — explicou — é por sua vez capaz de anunciar o Evangelho. É precisamente o Batismo que nos habilita e até nos impele a ser missionários, a anunciar o Evangelho».

Eis por que motivo a Ascensão, «enquanto inaugura uma nova forma de presença de Jesus no meio de nós, nos pede para ter olhos e coração para o encontrar, servir e testemunhar aos outros». Todos os crentes são chamados a ser «homens e mulheres da Ascensão, ou seja, procuradores de Cristo ao longo das sendas do nosso tempo, levando a sua palavra de salvação até aos confins da terra».

Neste caminho, «encontramos o próprio Cristo nos irmãos, sobretudo nos mais pobres e nos que sofrem na carne a dura e mortificante experiência de velhas e novas pobrezas». E assim como no início «Cristo Ressuscitado enviou os seus apóstolos com a força do Espírito Santo», também hoje «Ele nos envia a todos, com a mesma força, para dar sinais concretos e visíveis de esperança».

No final da prece mariana, após o apelo a favor da paz na Indonésia, Francisco recordou o dia mundial das comunicações sociais. Depois, saudou os vários grupos de fiéis presentes, concluindo com um pensamento às mães, no dia em que se celebra a sua festa, e com uma oração a Nossa Senhora de Fátima.

Palavras do Papa 

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25 de Agosto de 2019

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