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​Call the Midwife

· O romance ·

As emocionantes vicissitudes de um grupo de jovens que trabalham como parteiras numa estrutura mantida por religiosas – também elas parteiras e enfermeiras – nos bairros mais pobres e famigerados de Londres na década de 1950, narradas por uma delas, são a alma de Call the Midwife [Chamem a parteira] de Jennifer Worth, livro tão interessante que foi transformado com sucesso numa série televisiva inglesa. Um mundo não muito distante no tempo, mas que parece profundamente diverso do nosso: as crianças que nascem, as famílias pobres e muito numerosas são sempre acolhidas com amor e alegria, e as jovens enfermeiras são vistas com gratidão e carinho. Estas jovens, de famílias de classe alta e média, aprendem a enfrentar a sujeira e a miséria, com pancadas e sífilis, mas também a descobrir um mundo de solidariedade e amor inesperado. Ao ler, aprende-se muito também sobre os partos, quando ainda ocorriam nas casas e de modo completamente natural, e a vida da mãe e do filho muitas vezes estava nas mãos de uma mulher corajosa e perita, a parteira. (@LuceScaraffia)

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24 de Outubro de 2019

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