Nota

Este site utiliza cookies...
Os cookies são pequenos arquivos de texto que ajudam a melhorar a sua experiência de navegação no nosso site. Ao navegar em qualquer parte deste site você autoriza a utilização dos cookies. Poderá encontrar maiores informações sobre a policy dos cookies nas Condições de utilização.

Bomba-relógio

· O cardeal Raï sobre a presença de um milhão e meio de refugiados sírios no Líbano ·

«Devem compreender que é necessário impedir a crise na Síria. A comunidade internacional deve deixar de alimentar a guerra e abandonar o comércio de armas.

Os líderes políticos devem pôr de lado o orgulho e sentar-se à volta de uma mesa para encontrar finalmente uma solução»: foi quanto pediu – através de uma conversação com a fundação de direito pontifício Ajuda à Igreja que sofre – o patriarca de Antioquia dos Maronitas, cardeal Béchara Boutros Raï, o qual exortou associações e meios de informação a favorecer um maior conhecimento do drama dos cristãos médio-orientais, sobretudo entre os políticos ocidentais.

«O que será do Líbano e da nossa cultura?», questionou-se ainda o purpurado descrevendo as dificuldades e os perigos ligados à presença de mais de um milhão e meio de sírios no país dos cedros. Uma percentagem altíssima em comparação com os quatro milhões e meio de habitantes. Esta presença não implica somente um esforço humanitário extraordinário, mas poderia ter repercussões importantes nas relações inter-religiosas: «A maioria dos prófugos é constituída por sunitas – explicou o patriarca – que poderiam ser facilmente explorados pelos seus correligionários libaneses».

Edição em papel

 

AO VIVO

Praça De São Pedro

16 de Setembro de 2019

NOTÍCIAS RELACIONADAS