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Bianca, cheerleader na cadeira de rodas

Fato branco e azul, laço na cabeça e pon pon coordenados: aparecem assim no campo as cheerleader dos Warriors Bolonha, equipe italiana de futebol americano da série A. Entre elas – diz Ambra Notari na revista «Superabile» - está também Bianca Maria Cocchi, jovem de vinte e três anos vítima de uma forma rara de desautonomia familiar, uma doença rara (caracterizada por disfunções do sistema nervoso autónomo) que impede de sentir a dor e o calor. O cheerleading é um desporto, reconhecido pelo Coni [Comissão Olímpica Nacional Italiana], que exige uma grande preparação: como as companheiras, Bianca iniciou entre as mais pequenas e agora passou às seniores. Ela está no centro das coreografias, às quais participa sentada na sua cadeira de rodas. «É muito melhor estar numa equipe: podes partilhar tudo, o bem e o mal. Sobretudo, é uma questão de responsabilidade: se erras, sentem todos as consequências. A minha filosofia? Nunca julgar. Se tens uma cabeça usa-a: porque em qualquer situação que te encontres, és igual aos outros» conclui a rapariga que trabalha numa mediateca.

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20 de Novembro de 2019

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