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Bento XVI condena o atentado de Beirute

· No sanguinolento ataque terrorista morreram oito pessoas ·

E na recordação da recente viagem pede paz e reconciliação para toda a região

Por um dia o Líbano parece imerso num clima de guerra civil. Ontem um carro armadilhado matou oito pessoas no centro de Beirut e feriu outras 96. Entre as vítimas, o chefe da intelligence libanesa, Wissam Al Hassan, o homem que conduziu o inquérito sobre o atentado de 14 de Fevereiro de 2005, no qual perdeu a vida o ex-primeiro-ministro Rafiq Hariri. E precisamente Al Hassan – segundo o parecer dos anlistas – deveria ser o alvo verdadeiro do atentado. Mais uma vez, para alcançar o seu objectivo os terroristas não tiveram escrúpulos em atingir também pessoas inocentes.

Depois do trágico evento de ontem, Bento XVI expressou a própria dor pelo acontecimento, numa mensagem, assinada pelo secretário de estado cardeal Tarcisio Bertone, enviada ao patriarca de Antioquia dos Maronitas, Sua Beatitude Béchara Boutros Raϊ. Ao tomar conhecimento do terrível atentado em Beirut, que causou numerosas vítimas – lê-se – «Bento XVI une-se na oração ao sofrimento das famílias em luto e à tristeza de todos os libaneses. Confia as vítimas a Deus misericordioso, pedindo-lhe que as receba na sua luz. Expressa a sua profunda participação às pessoas feridas e aos seus familiares, pedindo ao Senhor ajuda e consolação nas suas provações». «Como já tinha feito durante a sua viagem apostólica ao Líbano – lê-se ainda na mensagem – o Santo Padre condena mais uma vez a violência que gera tantos sofrimentos e pede a Deus para garantir ao Líbano e a toda a região o dom da paz e da reconciliação».

A mais firme condenação do sangrento atentado perpetrado na capital libanesa foi expressa ontem numa declaração pelo director da Sala de Imprensa da Santa Sé, o jesuíta Federico Lombardi. O episódio, disse, «é contrário aos eforços e ao compromisso para conservar uma convivência pacífica no Líbano».

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23 de Setembro de 2019

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