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Ato de clemência

· ​O Papa recorda aos reclusos que a esperança não deve ser sufocada e apela às autoridades ·

Um apelo «a favor do melhoramento das condições de vida» dos reclusos nas estruturas de detenção foi lançado pelo Papa Francisco por ocasião do jubileu dos reclusos, celebrado no domingo, 6 de novembro. 

No Angelus recitado na praça de São Pedro no final da missa o Pontífice reafirmou «a importância de refletir sobre a necessidade de uma justiça penal que não seja exclusivamente punitiva, mas aberta à esperança e à perspetiva de reinserir o réu na sociedade». E a propósito pediu às «competentes autoridades civis de cada país a possibilidade de fazer» – precisamente no contexto jubilar – «um ato de clemência em relação àqueles reclusos que forem considerados idóneos». Na homilia da celebração, presidida pouco antes na basílica de São Pedro, Francisco recordara que «a “respiração” da esperança não pode ser sufocada por nada nem por ninguém», e que aprendendo dos erros do passado se pode mudar de vida e reinserir-se na sociedade. E para dar um sinal tangível do próprio compromisso pessoal, na tarde de domingo o Papa encontrou-se na residência Santa Marta com um grupo de reclusos da casa de detenção Due Palazzi de Pádua. 

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24 de Outubro de 2019

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