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Ataques contra os cristãos na Nigéria

· As violências dos fundamentalistas islâmicos nas regiões setentrionais não se detêm ·

Mais um domingo de sangue para os cristãos no norte da Nigéria. Dois carros armadilhados guiados por agressores suicidas explodiram na igreja  militar em Jaji, cidade no Estado de Kaduna, provocando a morte de pelo menos onze pessoas e dezenas de feridos. Confirmaram-no fontes militares locais citadas pela agência Reuters. Repete-se, assim, o ritual trágico de muitos domingos na Nigéria setentrional, há demasiado tempo atormentada – e à mercê – pelo terrorismo dos milicianos fundamentalistas do grupo Boko Haram.

A dinâmica varia alternadamente, mas é contínuo o fio vermelho de sangue que liga um agressor suicida com uma bomba, um assalto à arma branca  com um incêndio, numa sequência trágica que está a assumir as características de um massacre sistemático contra os cristãos  do norte. Reivindicado com frequência, às vezes atribuído aos integralistas do grupo Boko Haram, que há cerca de dois anos está a pôr a ferro e fogo a Nigéria inteira, com a finalidade de a transformar num califado islâmico e de expulsar os cristãos das regiões setentrionais do país.

O objectivo de ontem foi a igreja protestante de St. Andrew, situada no recinto   de uma base militar na cidade de Jaji, a cerca de trinta quilómetros de Kaduna, capital do Estado homónimo, onde o terror mais uma vez  atingiu com exactidão sinistra. A maior parte das vítimas – revela a agência Afp – fazia parte do coro da igreja.

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18 de Outubro de 2018

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