Nota

Este site utiliza cookies...
Os cookies são pequenos arquivos de texto que ajudam a melhorar a sua experiência de navegação no nosso site. Ao navegar em qualquer parte deste site você autoriza a utilização dos cookies. Poderá encontrar maiores informações sobre a policy dos cookies nas Condições de utilização.

Assassinadas por terem denunciado extorsões

Suleida Raudales Flores e Cynthia Carolina Cruz Bonilla, emigradas hondurenhas, foram assassinadas em Chiapas (sul do México) pela banda que se dedica à extorsão dos migrantes sem documentos que, há alguns dias, tinham denunciado. Os factos vieram à luz no final da missa celebrada em 2 de Junho pelo bispo de São Cristóbal de Las Casas, monsenhor Felipe Arizmendi Esquivel, che – refere a Fides – declarou que considera inaceitável o facto de que o México «não forneça uma maior protecção aos que viajam» no seu território. Provenientes sobretudo de El Salvador, Honduras e Nicarágua, os migrantes que atravessam o País com destino aos Estados Unidos ignoram os terríveis riscos a que estão expostos pelas mãos das maras (bandas) de criminosos «que lhes usurpam dinheiro, os espancam e, nos piores casos, os matam». A Igreja, continuou o bispo, denunciou muitas vezes a dramática situação, sugerindo também algumas providências concretas, como a de fazer escoltar pelos militares os comboios onde viajam os emigrantes. Infelizmente os acontecimentos recentes demonstram que «ainda não foram adoptadas as medidas necessárias para prevenir os delitos, ou pelo menos reduzí-los». A respeito das duas mulheres, concluiu o bispo, para a banda de criminosos tratou-se de algo muito fácil. Identificadas, os delinquentes pararam o comboio onde elas viajavam «executando-as a sangue frio».

Edição em papel

 

AO VIVO

Praça De São Pedro

17 de Agosto de 2019

NOTÍCIAS RELACIONADAS