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​Assassinada
Marielle Franco
voz das favelas
do Rio de Janeiro

Ontem à noite, no Brasil, milhares de pessoas saíram às ruas para se manifestar a favor da conselheira municipal Marielle Franco, símbolo da defesa das populações das favelas, assassinada no Rio de Janeiro. O homicídio provocou uma onda de indignação no país inteiro. Uma multidão participou nas exéquias, que tiveram lugar na prefeitura. Além disso, milhares de pessoas manifestaram nas ruas de São Paulo, e protestos foram programados em mais dez cidades do país, como Salvador da Bahia, Recife, Belo Horizonte e Belém. Na noite entre quarta e quinta-feira, enquanto estava no seu carro, Marielle Franco, 38 anos, foi assassinada com quatro tiros de revólver na cabeça por um grupo de atiradores, que mataram também o seu motorista e feriram levemente uma sua assistente, que estava ao seu lado no banco de trás do carro. No lugar do homicídio a polícia encontrou nove cartuchos.

Conselheira municipal no Rio de Janeiro, membro do Partido socialismo e liberdade (Psol), Franco era muito ativa na luta contra as desigualdades e a violência nas favelas. Pouco antes do atentado Franco tinha participado num evento a favor das jovens negras das favelas. Vigorosa opositora dos bandos de traficantes, criticara também fortemente a ação da polícia militar, definindo o corpo especial encarregado destas operações «batalhão da morte, que mata os nossos jovens».

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17 de Dezembro de 2018

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