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As munições de fragmentação sejam proibidas por todos os Estados

· No dia em que a Convenção entrou em vigor o Papa exortou à adesão total ·

«As munições de fragmentação provocam danos inaceitáveis aos civis»; por isso, no dia em que entrou em vigor o Papa expressou o seu apoio total à Convenção sobre a proibição destes devastadores instrumentos de morte. Fê-lo no final do Angelus de 1 de Agosto em Castel Gandolfo, recordando também alguns Santos, cuja memória litúrgica é celebrada no início deste mês.

Desejo manifestar a profunda satisfação pela entrada em vigor, precisamente hoje, da Convenção sobre a proibição das munições de fragmentação, que provocam danos inaceitáveis aos civis. Dirijo o meu pensamento às numerosas vítimas que sofreram e continuam a sofrer graves danos físicos e morais, por causa destas bombas ameaçadoras, cuja presença no terreno impedem muitas vezes durante um longo período a retomada das actividades diárias por parte de comunidades inteiras. Com a entrada em vigor da nova Convenção, à cuja adesão exorto todos os Estados, a Comunidade internacional demonstrou sabedoria, clarividência e capacidade na busca de um resultado significativo no campo do desarmamento e do direito humanitário internacional. Os meus bons votos e encorajamento são para que se continue com vigor cada vez maior a percorrer este caminho, para a defesa da dignidade e da vida humana, para a promoção do desenvolvimento humano integral, para o estabelecimento de uma ordem internacional pacífica e para a realização do bem comum de todas as pessoas e de todos os povos.

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26 de Agosto de 2019

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