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Arrebatador  na fé

· O cardeal Leonardo Sandri depois da viagem com o Papa ao Líbano ·

Não uma Igreja-museu, mas viva e criativa. É o rosto da comunidade católica no Médio Oriente descrito pelo cardeal Leonardo Sandri, prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, ao voltar do Líbano, onde teve «a alegria de estar ao lado do Papa – disse na entrevista concedida ao nosso jornal – nestes dias históricos. Vi a imagem de um rebanho que não se assusta com os uivos dos lobos, que redescobre toda a força e a coragem que lhe vem da proximidade garantida de um pastor zeloso que não hesita em  pôr-se a caminho com ele quando a ameaça se torna mais próxima». Manifestou também a esperança de que esta Igreja «tenha a possibilidade, real e concreta, de continuar a oferecer o seu grande testemunho em comunhão».

O cristianismo é uma realidade que corre o risco de desaparecer no Médio Oriente?

É um risco real. E não se refere só aos católicos; mas também aos ortodoxos. O confronto é com a força arrasadora da maioria muçulmana. Contudo, estou confiante. O islão, aquele verdadeiro, distinguiu-se sempre pelo respeito e pela tolerância em relação aos outros. Talvez seja preciso algo que vá além e permita uma presença mais activa da Igreja na vida diária. De resto a própria história dos países médio-orientais seria incompreensível se se prescindisse da presença da Igreja católica, das Igrejas cristãs.

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27 de Janeiro de 2020

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