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Aquele abraço aos pobres de Roma

· O Papa Francisco na casa Dom de Maria ·

«Não vos saudei? Oh, vinde, vinde!». Na tarde de terça-feira o Papa Francisco estava para se despedir da comunidade da casa Dom de Maria quando se apercebeu que não tinha apertado a mão a um pequeno grupo de pessoas assistidas pelas irmãs Missionárias da caridade. E assim fez-lhes um gesto para que se aproximassem, abrindo os braços para as estreitar, uma por uma, num abraço. Porque a visita que o Papa fez à Casa que há vinte e cinco anos acolhe os pobres de Roma «no limite entre Itália e Vaticano» foi, antes de tudo, a visita de um pai. Um pai que veio saudar pessoalmente, ouvir, abraçar e abençoar quantos vivem a experiência da pobreza, do sofrimento, da marginalização. Um pai que veio dizer «obrigado» a pessoas que, recordou, são «o rosto de Jesus». Um aplauso acolheu estas suas palavras, improvisadas em acréscimo ao discurso escrito. Palavras que comoveram quantos ali encontram uma refeição e um lugar para dormir. E suscitou emoção também aquele «boa tarde» que no início do encontro o Papa dirigiu aos pobres; e eles, em coro, responderam com um «boa tarde» emocionado.

O Pontífice chegou às 17h30 ao átrio da casa onde, ao lado da grande estátua da madre Teresa, tinha sido colocada uma imagem de Nossa Senhora. Como gesto de boas-vindas as irmãs colocaram ao pescoço do Papa uma grinalda de flores.

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16 de Outubro de 2019

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