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Aquela fé mais forte do que o frio e a chuva

«Vós demonstrais que a fé é mais forte do que o frio e a chuva». O Papa Francisco abriu a festa de acolhimento aos jovens, realizada no final da tarde de quinta-feira na praia de Copacabana, com um tributo às centenas de milhares de jovens – mas já se fala de mais de um milhão – presentes não obstante o mau tempo. Na saudação inicial conquistou imediatamente o povo da JMJ, com poucas palavras simples, algumas  acrescentadas improvisadamente ao texto preparado: quando elogiu os anfitriões, os muitíssimos jovens cariocas que receberam nestes dias os coetâneos provenientes de todo o mundo; quando recordou Bento XVI exortando a aplaudi-lo, porque – explicou – « nos está vendo» pela televisão; e quando pediu um minuto de recolhimento por Sophie Morinère, a jovem parisiense de vinte e três anos que faleceu durante a semana missionária que antecede a JMJ. Foram sessenta longuíssimos segundos de silêncio atordoador,  durante os quais os jovens reunidos na famosa praia carioca prestaram homenagem a um deles, uma jovem cuja viagem para o Brasil foi  bruscamente interrompida por  um acidente automobilístico na Guiana francesa. E juntamente com ela o Pontífice recordou também quantos não puderam vir por problemas económicos ou de saúde.

Uma festa que se concluirá nesta mesma moldura, porque os organizadores tiveram que mudar para ali a vigília da noite de sábado e a missa final de domingo, inicialmente previstas em Guaratiba. Uma decisão tomada poucas horas antes, tendo em vista a impossibilidade de recuperar até sábado à noite a imensa esplanada chamada «Campus fidei»,  na qual tinha sido montado um grande palco para as celebrações papais. Infelizmente as chuvas abundantes destes dias provocaram alagamentos até 20 centímetros tornando a área lamacenta e  impraticável. Portanto, a JMJ do Rio será  realizada sob a chuva, acontecimento sem precedentes destinado também por isso a permanecer nas páginas mais significativas deste evento.

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17 de Novembro de 2019

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