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Aos sacerdotes

· A carta ·

«Amava-A como Mãe; viveu na obediência. Apesar de ser Deus, respeitava cada palavra sua». Começa com os versos de um cântico mariano polaco a carta aos sacerdotes sobre a «importância da mulher» escrita por João Paulo II por ocasião da quinta-feira santa de 1995. Nela não é pedido só amor e respeito pela mãe, em nome «da relação muito especial de Maria com o Verbo encarnado e com a Igreja mas da “irmã”. Para viver no celibato de maneira madura e serena – escreve Wojtiła – o sacerdote deve desenvolver profundamente em si a imagem da mulher como irmã». Esta imagem é uma manifestação específica da beleza da mulher e uma revelação da sua «intangibilidade». Numerosas mulheres – recorda – tornaram-se irmãs de modo universal. A presença delas é garantia de gratuitidade nas escolas, nos hospitais, nas prisões. O sacerdote deve compreender o seu valor, tê-las em consideração. «Cada sacerdote – conclui – tem portanto a grande responsabilidade de desenvolver em si uma atitude de irmão em relação à mulher, uma atitude que não admite ambiguidade». (@ritannarmeni)

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22 de Outubro de 2019

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