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Almoço com os refugiados

· Apresentado o programa da visita de Francisco a Lesbos ·

O abraço aos 2.500 refugiados no campo de Mória e o almoço com alguns deles dentro de um container; a assinatura de uma declaração conjunta com o patriarca ecuménico Bartolomeu e com o arcebispo de Atenas e de toda a Grécia, Hieronymos, para levar ao centro da atenção dos meios de comunicação internacionais o drama de uma crise humanitária que não conhece trégua; e enfim o gesto simbólico de lançar coroas ao mar, acompanhadas pela oração, para recordar as muitas vítimas das migrações. Serão os momentos mais significativos da visita do Papa Francisco à ilha grega de Lesbos, no sábado 16 de abril, cujo programa foi publicado na quinta-feira 14.

Durante o briefing na Sala de imprensa da Santa Sé, o diretor Federico Lombardi ilustrou os muitos encontros concentrados nas poucas horas que esperam o Pontífice na décima terceira viagem fora da Itália, evidenciando que «será de natureza estritamente humanitária e ecuménica», como será testemunhado pela presença do Patriarca ecuménico e do chefe da Igreja ortodoxa grega. Ambos receberão Francisco no aeroporto de Mytilene, juntamente com o primeiro-ministro grego Alexīs Tsipras.

Francisco, Bartolomeu e Hieronymos percorrerão juntos a bordo de um minibus um trajeto de 16 quilómetros para chegar ao campo de refugiados. Ali, encontrar-se-ão com 150 menores do centro. Depois, atravessando o pátio dedicado à receção dos requerentes de asilo, os três chefes religiosos chegarão à grande tenda onde se realizará o encontro individual com cerca de 250 hóspedes, sobretudo muçulmanos.

Depois de cerca de uma hora, do pódio montado no pátio, pronunciarão os respetivos discursos e assinarão a declaração conjunta. Por fim, almoçarão num container com oito refugiados. Na parte da tarde, a comemoração das vítimas das migrações, com o lançamento ao mar de coroas de louro.

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19 de Agosto de 2019

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