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Além dos discursos

· ​O Pontífice encoraja as irmãs hospitaleiras da misericórdia no serviço aos doentes ·

«Vós dedicais a vossa vida ao serviço de irmãos e irmãs que estão internados nos hospitais. E para fazer isto não são necessários longos discursos: uma carícia, um beijo, estar ao lado em silêncio, um sorriso». Sugeriu o Papa Francisco às irmãs hospitaleiras da misericórdia, recebidas em audiência na manhã de sábado, 24 de setembro. 

«Nunca desanimeis neste serviço tão precioso – assim as exortou – não obstante todas as dificuldades que possais encontrar». E a propósito, denunciou aquela «cultura laicista» que «nos nossos dias mira a tirar também dos hospitais qualquer referência religiosa, começando pela presença das Irmãs». Até porque, observou o Pontífice, «quando isto acontece, muitas vezes está acompanhado de dolorosas carências de humanidade, deveras contrastantes com os lugares de sofrimento».

Acrescentando como de costume considerações pessoais ao texto preparado, o Papa observou que por vezes há quem pense que «alguns doentes incomodam». Mas também nós – disse – incomodamos o Senhor e ele suporta-nos e acompanha-nos! A proximidade a Jesus e aos mais débeis – prosseguiu – seja a vossa força». E «o quarto voto que vos caracteriza como família religiosa – concluiu – é muito atual, sobretudo porque aumentam as pessoas sem família, sem casa, sem pátria e necessitadas de acolhimento».

No final da audiência as irmãs presentes, guiadas pela superiora-geral, renovaram com o Papa a consagração do Instituto à Mãe da Misericórdia.

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19 de Outubro de 2019

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