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Água para a aldeia global

· Mensagem do Papa por ocasião do dia mundial de oração pelo cuidado da criação ·

«Desejo chamar a atenção, de maneira particular, para a questão da água, elemento tão simples e precioso, cujo acesso infelizmente para muitos é difícil, se não impossível». No dia mundial de oração pelo cuidado da cristão — celebrado a 1 de setembro «em união com os ortodoxos e com a adesão de outras Igrejas e comunidades cristãs» — o Papa reiterou «direito humano essencial, fundamental e universal», muitas vezes não garantido e posto em perigo pela incapacidade do homem de «proteger a criação com responsabilidade».

Na mensagem escrita para esta ocasião, o Pontífice centrou a atenção sobre a «irmã água», elemento essencial para a vida, para o qual remetem, direta ou indiretamente, «as questões mais delicadas da nossa época, tais como as relacionadas com a migração, com a mudança climática, com o direito para todos de usufruírem dos bens primários».

O primeiro apelo do Papa foi em prol do «cuidado por fontes e bacias hídricas». O mundo já é «uma aldeia global», mas este «tem uma grave dívida social para com os pobres que não têm acesso à água potável». Não são suficientes «apenas gestos pessoais de caridade», mas são necessárias «escolhas concretas e compromisso constante de garantir a todos o bem primário da água». Um bem que infelizmente é posto em perigo pelo comportamento insensato do homem e pela escassa sensibilidade ecológica, subordinada a «um critério utilitarista de eficiência e produtividade para lucro individual».

«Oremos — acrescentou o Papa — para que as águas não sejam um sinal de separação entre os povos, mas de encontro para a comunidade humana». Oração que se une às preces por quantos se dedicam ao apostolado do mar, por que está comprometido na defesa do meio ambiente e pelas «jovens gerações», a fim de que «cresçam no conhecimento e no respeito pela casa comum».

O tema da proteção da criação esteve também no centro da audiência do Pontífice, a 1 de setembro na sala Clementina, a uma centena de empresários participantes num encontro sobre a Laudato si’. «Cada um de nós — disse Francisco — é responsável pelo próximo e pelo futuro do planeta. Analogamente, a economia deve servir o homem, sem o privar dos seus recursos».

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22 de Agosto de 2019

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