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Acolhimento e condição de vida dignas para os refugiados

· Recitação da prece mariana do Angelus no final da celebração eucarística ·

No final da missa o Papa guiou a oração mariana do Angelus, recordando em particular o Dia mundial do refugiado — que se celebrou a 20 de Junho — e a beatificação, em Dax, França, da irmã Margarida Rutan, religiosa das Filhas da Caridade, guilhotinada durante a revolução francesa.

Queridos irmãos e irmãs, enquanto nos preparamos para concluir esta celebração, a hora do meio dia convida-nos a dirigir-nos em oração à Virgem Maria. Também nesta terra, a nossa Mãe Santíssima é venerada em diversos Santuários, antigos e modernos. A ela confio todos vós e a inteira população de Samarinesa e Montefeltrina, de modo particular as pessoas que sofrem no corpo e no espírito. Dirijo um pensamento de especial reconhecimento neste momento a quantos cooperaram para a preparação e organização desta minha visita. Um sentido obrigado!

Sinto-me feliz por recordar que hoje, em Dax, na França, é proclamada Beata a Irmã Margarida Rutan, Filha da Caridade. Na segunda metade do século XVIII ela trabalhou com grande comprometimento no Hospital de Dax, mas, nas trágicas perseguições que se seguiram à Revolução, foi condenada à morte devido à sua fé católica e à fidelidade à Igreja.

Participo espiritualmente na alegria das Filhas da Caridade e de todos os fiéis que, em Dax, participam na Beatificação da Irmã Margarida Rutan, testemunha luminosa do amor de Cristo pelos pobres.

Por fim, desejo recordar que amanhã se celebra o Dia Mundial do Refugiado. Nesta circunstância, este ano celebra-se o sexagésimo aniversário da adopção da Convenção internacional que tutela quantos são perseguidos e obrigados a fugir dos próprios países. Portanto, convido as Autoridades civis e todas as pessoas de boa vontade a garantir o acolhimento e condições de vida dignas aos refugiados, na expectativa de que possam regressar à Pátria livremente e com segurança.

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19 de Setembro de 2019

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