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A rainha que serve

· No encontro semanal com os fiéis em Castel Gandolfo o Papa fala sobre a realeza da Virgem ·

Uma rainha ao serviço da humanidade, que caminha ao nosso lado todos os dias, que nos ama,  escuta e intercede por nós. Bento XVI explicou assim o sentido da realeza da Virgem Maria, recordando aos fiéis presentes esta manhã, quarta-feira 22 de Agosto, em Castel Gandolfo para a audiência geral, a celebração da memória litúrgica. O Pontífice reafirmou quanto disse a 15 de Agosto passado, na solenidade da Assunção, quando durante a homilia da missa celebrada na paróquia Pontifícia de S. Tomás de Vilanova nessa mesma localidade, reflectiu sobre o sentido da proximidade da Virgem Maria ao homem de hoje. Não por acaso esta manhã, com efeito, recordou a reforma pós-conciliar do calendário litúrgico, em virtude da qual a memória da realeza de Maria foi colocada oito dias depois da solenidade da Assunção. Um realce, notou o Papa, do «vínculo estreito entre a realeza de Maria e a sua glorificação em alma e corpo ao lado do seu Filho». Mas também precisamente da sua proximidade a Deus, da sua participação «na responsabilidade de Deus pelo mundo e no amor de Deus pelo mundo». A realeza de Maria, assim como a  de Jesus, explicou Bento XVI «nada tem a ver com a dos poderosos da terra»: é uma realeza que «serve aos seus servidores». Neste sentido, Maria «é rainha – explicou o Papa – no serviço a Deus e à humanidade; é rainha do amor que vive o dom de si a Deus para entrar no desígnio da salvação do homem».

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16 de Setembro de 2019

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