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A normalidade extraordinária da família

· Um mês depois do encontro mundial de Milão ·

Neste particular  momento histórico, no qual todos, até os jovens que enfrentaram a prova para a obtenção do diploma de ensino superior, falam com preocupação sobre a estagnação moral e económica que parece envolver a nossa sociedade, sente-se a necessidade de gestos e palavras de esperança. E precisamente por isto não se pode esquecer absolutamente o que aconteceu em Milão há pouco mais de um mês: um milhão de pessoas, provenientes de todo o mundo, reuniram-se na cidade ambrosiana para celebrar e festejar a família sob a égide espiritual do Papa.

Seria um erro clamoroso reduzir aquele encontro a uma mera ritualidade eclesiástica ou a um evento que fez da excepcionalidade a sua característica principal. Não foi assim. O encontro de Milão, que reafirmou a extraordinária normalidade da família monogâmica como célula fundamental da sociedade,  foi ao contrário um grande testemunho de esperança para o futuro da nossa civilização e para o da Igreja.

De facto, nos últimos anos, muito se  falou e escreveu  sobre o enfraquecimento da família tradicional. Com muita frequência sem motivo. Falou-se sobre «crise da família», famílias «sozinhas», famílias «alargadas» e chegou-se até a vaticinar, totalmente sem motivo, a «morte da família». A surpreendente participação no VII encontro mundial das famílias em Milão demonstrou, ao contrário, outra realidade: a pacífica e feliz existência, em todo o mundo, de milhares de núcleos familiares que se reflectem naquele ícone da Santíssima Trindade que é a família  de Nazaré. Que não é absolutamente um modelo abstracto  superado pelos tempos mas representa a vida diária, real e concreta de uma multidão  de homens, mulheres e crianças em festa. E o maravilhoso quadro de cores e vozes, de olhares e idiomas  que foi visto em Milão testemunha-nos a existência de uma família viva que abraça uma Igreja unida sob o olhar  amável e paterno do Papa.

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19 de Setembro de 2019

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