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A luz que abre os olhos do homem

· Bento XVI concluiu a assembleia ordinária do Sínodo dos bispos reafirmando a urgência da nova evangelização ·

Apelo pela solidariedade com as populações de Cuba, Haiti, Jamaica e Bahamas atingidas por um furacão devastador

«A urgência de anunciar novamente Cristo onde a luz da fé esmoreceu e o fogo de Deus pede para ser reavivado» foi reafirmada pelo Papa na homilia da missa de encerramento do Sínodo dos bispos, presidida na basílica de São Pedro, na manhã de domingo, 28 de Outubro.

As temáticas enfrentadas durante as três semanas de trabalhos da XIII assembleia geral ressoaram na homilia de Bento XVI, centrada na figura do cego Bartimeu. Comentando a página evangélica de Marcos, relativa à última cura milagrosa realizada por Jesus antes da paixão, o Papa explicou que não é casual que se fale de uma pessoa «cujos olhos perderam a luz. Sabemos – acrescentou – que a condição de cegueira representa o homem que precisa da luz de Deus, da luz da fé, para conhecer deveras a realidade e caminhar pelas sendas da vida». Então torna-se «essencial reconhecer-nos cegos, necessitados desta luz, caso contrário, permaneceremos cegos para sempre». Portanto, Bartimeu é um modelo: «representa o homem que reconhece o próprio mal e brada ao Senhor, confiante de que será curado». A ponto que «no encontro com Cristo, vivido com fé», ele «readquire a luz que tinha perdido, e com ela a plenitude da própria dignidade». Por isso para Bento XVI «é significativo que ao concluirmos a Assembleia sinodal sobre a nova evangelização, a liturgia nos proponha o Evangelho de Bartimeu». E porque «a nova evangelização diz respeito a toda a vida da Igreja», o Pontífice repropôs as três linhas pastorais que sobressaíram do Sínodo: catequeses apropriadas para a preparação para os sacramentos da iniciação e da penitência; relançamento da missão onde o anúncio ainda não chegou e nos países de antiga tradição cristã; diálogo, através de métodos e linguagens novas, com as pessoas baptizadas que contudo se afastaram da Igreja. Também durante o Angelus o Papa falou sobre o Sínodo, definindo-o «um momento forte de comunhão eclesial». Depois da oração mariana, o Pontífice recordou também o furacão devastador que se abateu sobre Cuba, Haiti, Jamaica e Bahamas, e o terramoto na Calábria e Basilicata.

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16 de Setembro de 2019

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